Resenha
Título
brasileiro: O último passageiro
Título
original: El último pasajero
Autor: Manel
Loureiro
Revisão: Gabriela
Ghetti
Editora:
Planeta
Fazia muito tempo que um livro não me
prendia do início ao fim. Acredito que a bolha de terror e suspense criada no
livro O último passageiro foi o x da
questão. O livro, escrito em terceira pessoa, já começa com uma atmosfera
pesada e arrepiante.
Como cenário de fundo temos o
transatlântico Valkirie, que em 1939
é encontrado no meio do oceano vazio ou "quase vazio". Opa, vamos interromper a nossa
leitura um momento! Você, que está lendo, reparou que eu digitei: quase vazio? Então é isso mesmo que você leu o navio estava
quase vazio, pois um pequeno bebê, enrolado em uma manta, parece ser o único passageiro
que restou naquele enorme transatlântico.
Setenta anos depois a jornalista Kate
Kilroy, que naquele momento acaba de perder o seu marido, recebe de sua editora
a pasta
roxa. Uma pasta que contém a última e não acabada matéria de seu
falecido marido. Daí você se pergunta: Qual era a maldita matéria? Bom, acho que você já sabe né? Sim era sobre ele o Valkirie.
A jornada da jornalista começa neste ponto.
Ao decorrer das páginas conhecemos Isaac Feldman, o comprador do navio, que tem
como plano recriar a última viagem do Valkirie.
A partir desse estágio a obra ganha um clima de terror, pois Isaac Feldman
descobre que não pode ter o controle sobre tudo... principalmente sobre o
navio.
Ao longo da obra a personagem Kate acaba
tornando-se o ponto mestre da estória. As cenas sobrenaturais são regadas de medo
e maldade, acabando por fazer o leitor suar frio. O autor conseguiu misturar de
maneira equilibrada o lado da ciência e do sobrenatural, prendendo-nos em cada
página e descoberta.
Agora pergunto a vocês:
Será que
você está preparado (a) para embarcar nessa viagem? Será que você é capaz de encarar o
mal? Se
você for então... Bem-vindo ao Valkirie!
Classificação
de carinhas (0 a 10):
JJJJJJJJJJ

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